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Guia do Sexo Informática - Disfunção erétil peniana
Uma das mais frustrantes situações experimentadas pelo homem é a falha em obter uma ereção consistente e duradoura para a realização do ato sexual. A temida impotência sexual, ou disfunção erétil peniana, a denominação politicamente correta para a incapacidade de obter uma ereção com rigidez suficiente para penetrar a parceira e/ou mantê-la por um período de tempo adequado para a satisfação de ambos no ato sexual.
Cerca de 20 milhões de brasileiros são acometidos, mas, este número, é seguramente subestimado. A maioria dos homens em algum momento de suas vidas, experimenta episódios de disfunção erétil, geralmente decorrentes de cansaço, stress ou abuso de álcool e uma falha ocasional não deve ser supervalorizada. Porém, se o problema persistir, deve-se procurar a ajuda de um urologista. As causas da disfunção erétil são divididas em orgânicas, psicogênicas e mistas. Tal distinção não é fácil de realizar, visto que um problema orgânico poderá, adversamente, afetar o estado psicológico do paciente e vice-versa. Em muitos casos, encontramos tanto fatores orgânicos quanto psicogênicos, levando à disfunção erétil. Idade avançada, diabetes, hipertensão arterial, doenças vasculares periféricas, doenças neurológicas, doenças endócrinas, traumatismos da medula espinhal, cirurgias pélvicas radicais, radioterapia, priapismo, alcoolismo, tabagismo, consumo de maconha e/ou cocaína, uso de antihipertensivos, tranqüilizantes e psicotrópicos, problemas de relacionamento com a parceira, stress, ansiedade e medo de falhar, depressão, personalidade obsessivo-compulsiva, desvios sexuais e outras condições são fatores predisponentes. O diagnóstico da disfunção erétil começa por uma cuidadosa história onde o paciente será inquirido sobre os fatores de risco, hábitos sexuais, duração do problema, libido e ocorrência com diferentes parceiras. Segue-se um exame físico completo com atenção especial para a região genital. Testes laboratoriais são solicitados de acordo co Informática - Do fetichismo
O fetichismo caracteriza-se por impulsos sexuais e fantasias sexualmente excitantes, envolvendo o uso de objetos inanimados (comumente calcinhas, soutiens, meias, sapatos, botas) ou parte do corpo (seios, nádegas, cabelos, pés) ou ainda algum outro objeto aparentemente sem conotação sexual, ao longo de um período mínimo de 6 meses. O prazer máximo não pode ser obtido pela união dos genitais; dessa forma, o orgasmo só pode ser obtido com outros objetos sexuais; no caso, com objetos inanimados. Essas condições assumem um caráter exclusivo, não dando espaço para nenhum outro modo de satisfação, a ponto de em sua ausência o indivíduo poder apresentar disfunção sexual; conseqüentemente, causam sofrimento significativo e/ou prejuízo social ou ocupacional ou ainda, em outras áreas importantes da vida do indivíduo. Se o objeto em questão for genitalmente estimulante, como por exemplo, um vibrador, o diagnóstico não procede. É predominantemente masculino, manifestando-se antes dos 18 anos e atingindo seu auge entre 15 e 25 anos. Mesmo tendendo a ser crônico e vitalício, as fantasias e a freqüência dos comportamentos diminuem.
O fetichista se masturba enquanto segura, esfrega ou cheira o objeto-fetiche, podendo solicitar ao parceiro que o use nos encontros sexuais. Alguns fetichistas escolhem objetos ocos nos quais introduzem os dedos ou coisas que significam pênis, quando não o mesmo. Há ainda fetichistas que são colecionadores e outros cujo fator decisivo na eleição de um objeto em particular é o cheiro. Existe também o transvestismo fetichista (ou fetichismo com transvestismo ou ainda fetichismo transvéstico), que consiste na utilização fantasiosa ou real de peças do vestuário feminino. Mais uma vez, isto se dá por parte de homens heterossexuais, no intuito de obter prazer sexual, mantendo o restante dos critérios diagnósticos anteriormente citados. Quando transvestido, o indivíduo se masturba e imagina-se tanto como sujeito masculino como objeto femi |
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